terça-feira, 13 de março de 2012

EQUIPE DE PROFESSORES ANO LETIVO -2012

Diretora: Luiza Maria Dal Piaz Bossle.  
Vice–Diretora Manhã: Lorena Bachi Steffli.  
Vice–Diretora Tarde: Miriam Mari Tomazoni

Coordenação Pedagógica
Manhã: Eli Cássia Gubert
Tarde:   Maria Rosângela Ribeiro

Projeto Mais Educação: Pauline de Oliveira Leidens
Projeto Mais Alfabetização: Juleide Santin
Sala de Recursos: Neiva Teresinha Crippa 
Psicóloga: Patricia Schiavenin ( 3ª feira - M-T)
Psicopedagoga: Susete Cardoso Vieira (4ª feira)

Laboratório de Informática:
Manhã: Gladis Rosa Oliveira da Costa
Tarde: Vera Elenita Medeiros

Biblioteca:
Manhã: Mariluci Martello
Tarde: Rosana Bolson

Apoio Pedagógico
Manhã: Carla Maria Stuzinski
             Franciane Pistorello Pinto
Tarde: Luciara Brombatti dos Santos

Secretárias: Márcia Novello Gonçalves
                    Roberta A. Gabrielli

Recepcionista: Olina da Rosa Gil

Currículo por Disciplina: Área II

Míriam B.Sturmer - Língua Portuguesa
Tiago Scopel - Língua Inglesa
Silvana Soldera Quissini - História e Geografia
Sandra Maria L. Kury - Língua Portuguesa
Ronaldo Cardoso - História e Geografia
Maria Laureci Ferreira de Ross - Matemática
Leda Marta Dal Piza Jaconi - Matemática
Jorge Luiz de Mattos -  Educação Física
Caroline Caldas Zemons - Geografia
Gislaine Studzinski - Ciências e Religião

Currículo por Atividade
Ludimila Zan - 1º ano Manhã
Delaine C. Dal Ri - 1º ano da Tarde
Suzete M. Cembrani - 2º ano A
Gisela Picoloto de Barros - 2º ano B
Adriane Renon - 3º ano A
Ivete T. Bertin - 3º ano B
Lisandra dos Reis Poletto - 4º ano A - Estagiária: Carine
Ludimila Zan - 4º ano B
Luciane S. Pollo - 5º ano A
Claudia M. C. Sandri - 5º ano B
Kátia C. da Silva Ramos - Educação Física
Fabrina Farias da Fonseca - Educação Física
Claudia Wartha Bolzan - Educação Artística

Equipe de professores da tarde

Coordenação Pedagógica

É a função que orienta, zela, acompanha, planeja, avalia e coordena o fazer pedagógico da escola para uma linha de ação comum sendo um elo de união entre pais, alunos, professores e equipe diretiva.

A Coordenação Pedagógica é o elo que propicia os meios para que os alunos aprendam e se desenvolvam como seres humanos, disponibilizando subsídios que permitem o crescimento do grupo, articulando propostas para que os educandos aprendem a ver; aprendam a fazer e aprendam a ser.

Maria Rosângela Ribeiro

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Planejamento e Avaliação

Planejamento

“A aprendizagem deve ser vista como centro do processo educativo, uma vez que o aprender, como processo individual e intransferível, permite ao sujeito ampliar o domínio cognitivo reflexivo, por meio de novas experiências, construir significados, criar e recriar múltiplas possibilidades de intervir na realidade, buscando apropriar-se dela e, se for o caso, transformá-la”.
Referenciais da Educação da RME de Caxias do Sul, Caderno 1. 2010

“No contexto escolar, ensinar, tarefa destinada ao professor, pressupõe organizar condições e planejar estratégias pedagógicas que favoreçam a aprendizagem.”
Referenciais da Educação da RME de Caxias do Sul, Caderno 1. 2010
O que é planejamento?

[...] O planejamento enquanto construção-transformação de representações é uma mediação teórico-metodológica para ação, que em função de tal mediação passa a ser consciente e intencional. Tem por finalidade procurar fazer algo vir à tona, fazer acontecer, concretizar, e para isto é necessário estabelecer as condições objetivas e subjetivas prevendo o desenvolvimento da ação no tempo.
(VASCONCELLOS, 2000)
Avaliação
O que é avaliar?

“Inerente ao processo de aprendizagem, a avaliação escolar pode ser entendida como um meio de obter informações sobre os avanços e as dificuldades de cada aluno, de forma a constatar a realidade e, posteriormente, qualificá-la. A avaliação configura-se, portanto, como suporte permanente para o processo de aprendizagem, conduzindo o professor no (re)planejamento de suas ações e orientando o aluno a prosseguir, com êxito, no seu processo de escolarização.”
(Referenciais da Educação da Rede Municipal de Ensino de Caxias do Sul,
Caderno 1, p.33)
Luckesi define avaliação escolar como “um juízo de qualidade sobre dados relevantes para uma tomada de decisão”. Portanto, segundo essa definição, não há avaliação se ela não trouxer um diagnóstico que contribua para melhorar a aprendizagem.
Ainda segundo o autor, a boa avaliação envolve três passos:
Saber o nível atual de desempenho do aluno (diagnóstico)
Comparar essa informação com aquilo que é necessário ensinar no processo educativo (qualificação)
Tomar as decisões que possibilitem atingir os resultados esperados (planejamento de atividades, sequências didáticas ou projetos de ensino, com os respectivos instrumentos avaliativos para cada etapa).

“A avaliação precisa ser parte de todo o processo de aprendizagem, em vez de simplesmente aparecer no final de uma unidade ou capítulo como forma de checar se nossos objetivos foram atingidos. Já que o processo de aprendizagem é contínuo (nunca paramos de aprender), então a avaliação também precisa ser.”
(MAGALHÃES, 2000)
Avaliação como parte do Planejamento
“A avaliação da aprendizagem tem por referencial os objetivos propostos no planejamento e, ao mesmo tempo, toma como parâmetro o próprio desenvolvimento do estudante. Nesse processo, de acordo com Azevedo e Rowell (2009b), são estabelecidos critérios, indicadores e instrumentos de avaliação que, de forma coerente e condizente com a prática educativa, preveem o caminho que o aluno percorre ao longo de seu processo de aprender.”
(Referenciais da Educação da Rede Municipal de Ensino de Caxias do
Sul, Caderno 1, p.33)
“Os indicadores, segundo as autoras, expressam os desempenhos observáveis tendo em vista os objetivos que foram alcançados; os instrumentos são os meios pelos quais o desempenho será evidenciado (provas, testes, problemas, entrevistas, etc.); os critérios mostram a qualidade do desempenho em relação ao previsto nos objetivos.”
(Referenciais da Educação da Rede Municipal de Ensino de Caxias do Sul,
Caderno 1, p.33)
Alguns critérios que permitem transformar
as tarefas escolares em problemas:
• Propor tarefas abertas que admitam vários caminhos de resolução
• Modificar o formato dos problemas
• Diversificar os contextos nos quais se propõe a aplicação de uma mesma estratégia
• Propor as tarefas em cenários cotidianos e significativos para o aluno
• Adequar a definição do problema, as perguntas e a informação proporcionada aos objetivos da tarefa.
• Usar os problemas com fins diversos durante o desenvolvimento de um tema.
• Habituar o aluno a adotar suas próprias decisões sobre o processo de resolução
• Fomentar a cooperação entre os alunos na realização das tarefas
• Proporcionar aos alunos a informação que precisarem durante o processo de resolução.
• Avaliar mais os processos do que a correção final da resposta obtida
• Valorizar o grau do processo de resolução que envolve planejamento prévio, reflexão e auto avaliação pelo aluno
• Valorizar a reflexão e a profundidade das soluções alcançadas.


Material retirado dos REFERENCIAS CURRICULARES DA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE CAXIAS DO SUL.

Coordenadoras: Ludimila Zan e Patricia Bampi

Habilidades e Competências

AS COMPETÊNCIAS DOS ALUNOS

CELSO ANTUNES

  1. Dominar plenamente a leitura escrita, lidando com seus símbolos e signos e assim se beneficiar das oportunidades oferecidas pela educação ao longo de toda a vida.

  2. Perceber as múltiplas linguagens utilizadas pela humanidade.

  3. Perceber a matemática em suas relações com o mundo, “matematizar” suas relações com os saberes e resolver problemas.

  4. Conhecer, compreender, interpretar, analisar, relacionar, comparar e sintetizar dados, fatos e situações do cotidiano e através dessa imersão adquirir não somente uma qualificação profissional, mas também competências que a tornem apta a enfrentar inúmeras situações.

  5. Compreender as redes de relações sociais e atuar sobre as mesmas como cidadãos.

  6. Valorizar o diálogo, a negociação e as relações interpessoais.

  7. Descobrir o encanto e a beleza nas expressões culturais de sua gente e de seu entorno.

  8. Saber localizar, acessar, contextualizar e usar melhor as informações disponíveis.

  9. Saber selecionar e classificar as informações recebidas, perceber de maneira critica os diferentes meios de comunicação para melhor desenvolver sua personalidade e estar à altura de agir cada vez co maior capacidade de autonomia e discernimento.

  10. Aprender o sentido da verdadeira cooperação desenvolvendo a compreensão do outro e descobrindo meios e processos para se trabalhar e respeitar os valores do pluralismo e da compreensão mutua.

BERNARDO TORO

  1. Dominar a leitura, a escrita e as diversas linguagens utilizadas pelo homem.

  2. Fazer cálculos e resolver problemas.

  3. Analisar, sintetizar e interpretar dados, fatos e situações.

  4. Compreender seu entorno social e atuar sobre ele.

  5. Receber criticamente os meios de comunicação.

  6. Localizar, acessar e usar melhor a informação acumulada.

  7. Planejar, trabalhar e decidir em grupo.

TÂNIA AZEVEDO e VANIA ROWELL

  1. Resolver problemas de forma viável e eficaz.

  2. Utilizar adequadamente diversas linguagens humanas, sejam verbais (em nível oral e/ou escritos) sejam não-verbais.

  3. Avaliar criticamente dados, situações e fenômenos.

  4. Usar adequadamente a informação acumulada.

  5. Atuar em grupo.

VASCO MORETTO a as diretrizes do MEC explicitam cinco competências:

  1. Domínio de linguagens.

  2. Compreensão de fenômenos.

  3. Construção de argumentações.

  4. Soluções de problemas.

  5. Elaboração de propostas.

LISTA DE HABILIDADES (Celso Antunes)

EDUCAÇÃO INFANTIL

EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL (1ª a 4ª série)

EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL (5ª a 8ª série)

Observar

Seriar

Classificar

Conhecer

Localizar no espaça

Enumerar

Compreender

Medir

Aplicar

Comparar

Relatar

Demonstrar

Separar e reunir

Combinar

Debater

Consultar e conferir

Demonstrar

Deduzir


Localizar no tempo

Analisar


Transferir e criar

Interpretar



Provar



Concluir



Refletir



Conceituar



Criticar



Sintetizar e resumir



Interagir


HABILIDADES MENTAIS

OBSERVAÇÃO: ato de procurar, notar, perceber, sentir;

COMPARAÇÃO: verificação de semelhanças e diferenças entre objetos, idéias ou processos;

CLASSIFICAÇÃO: ocorre quando se estabelece semelhanças entre objetos, idéias, fatos ou fenômenos; agrupar segundo algum critério;

ANÁLISE: desdobramento de uma comunicação em seus elementos ou partes constituintes, de modo a tomar clara a hierarquia das idéias;

IMAGINAÇÃO: organização mental do que não foi totalmente percebido;

INTERPRETAÇÃO: reordenação do fato apresentado, explicação ou sumarização de uma comunicação (texto e contexto), tendo como suporte as experiências do individuo;

SÍNTESE: forma condensada de apresentar o núcleo do trabalho; identificar os aspectos significativos sem prejuízos da compreensão do todo;

HIPÓTESE: explicação possível para determinado acontecimento;

CRÍTICA: significa julgamento; feita a partir do conhecimento;

DECISÃO: exige escolha entre alternativas, e deve ser feita não só a partir de leis, princípios, generalizações e regras, como também será influenciada pelos valores;

OBTENÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE DADOS: coleta e organização de informações (pesquisa);

COMPREENSÃO: se opõe à memorização; quem compreende se apropria e constrói o conhecimento, associando-o a outros que já possuía.

SERIAÇÃO: ordenar segundo certos critérios; envolve também a habilidade de comparar;

LOCALIZAÇÃO NO ESPAÇO: o uso correto de referências espaciais é essencial para que o aluno se familiarize com as noções de “esquerda/direita”, “na frente/atrás” em relação ao próprio corpo e depois possa estendê-las aos pontos cardeais e colaterais;

LOCALIZAÇÃO NO TEMPO: o tempo da criança não é o mesmo tempo do adulto, que já viveu “mais tempo” e vivenciou “outros tempos”;

RELATO: favorece a apropriação de descobertas e idéias, para si mesmo e para os outros;

CRIAÇÃO: novas idéias;

APLICAÇÃO: aplicar um conhecimento já obtido;

DEBATE: discutir, contestar, argumentar;

DEDUÇÃO: extrair conclusões a partir do exame dos fatos;

REFLEXÃO: meditar, refletir sobre algo;

INTERAÇÃO: agir de forma recíproca, mútua, agir com o outro;

SOLUÇÃO DE PROBLEMAS: constitui excelente ferramenta para iniciar o aluno no processo de tomada de decisões e autonomia intelectual;


FONTES BIBLIOGRÁFICAS:

  • RATHS, Ensinar a pensar

  • ANTUNES, Celso. Trabalhando Habilidades – Construindo ideias

Retirado do material do curso de Formação de Coordenadores Pedagógicos promovido pela SMED

Coordenadoras: Ludimila Zan e Patricia Bampi

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Seminário Interno de Informática Educativa da RME de Caxias do Sul

Seminário Interno de Informática Educativa da RME de Caxias do Sul

2ª Etapa - 05/11/10 - Palestra "Educação e Tecnologia - Uma Parceria que dá certo"

Ministrante : Profº. Dr. José Armando Valente - NIED-UNICAMP e CED-PUCSP

Dr. Valente esteve em Caxias em 1994, de lá pra cá passaram-se mais de 15 anos.E hoje, dia 05 de novembro estamos aqui com ele de novo, no auditório do Colégio São José. O tema é " Educação e Tecnologia - Uma parceria que dá certo". O auditório está cheio, a parceria com a UCS, trouxe muitos estudantes de computação e professores de outras áreas também.

Desde que os computadores foram introduzidos na Educação, nos anos 80, a intenção era formar professores para serem capazes de integrar os computadores nas atividades de sala de aula. Mas até hoje essa integração não acontece, e isso não é só do Brasil. Qual a razão?

Com esta constatação, Valente inicia sua palestra.

Como as TDIC (Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação) são tratadas no currículo? Aí está a razão da desintegração.

Valente refletiu sobre Currículo e tecnologias. Como fazer a integração? Como integrar as TDIC aos conteúdos diciplinares auxiliando no processo de construção de conhecimento?

Desde 1980, no Brasil se pensa nessa integração. A informática nas escolas iniciou nos anos 80 com o MSX, ensinando a programar com a linguagem Logo. Mas o Logo estava muito longe do que o professor fazia em sala de aula ...

Hoje temos contato com novas mídias ou tecnologias digitais: Internet, vídeo, som, fotografia, celular etc... há uma grande convergência de mídias, originando as TDIC. Comunidades sociais, a realidade virtual, DVD, jogos de computadores, web, Internet, computadores multimídia abrem portas para inúmeras possibilidades.

Porém dentro de toda essa revolução, esquecemos como as coisas funcionam, a programação. Sabemos usar muito bem, mas não sabemos como funcionam.

Segundo a definição e seleção de Competências Chave, elaborado pela OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) as competências essenciais são:

- Comunicação na Língua Materna; em linguas estrangeiras; Competência matemática e competências básicas em ciências e tecnologia; Competência digital; Aprender a aprender; Competências sociais e cívicas; Espírito de iniciativa e espírito empresarial; Sensibilidade e expressão culturais.

A competência digital está dentro das essenciais para a formação do cidadão e das competências que vão nortear políticas educacionais.

TDIC não são mais como ferramentas ou recurso, mas como linguagem para representação dos conhecimentos e portanto determinante do currículo. Porém na tentativa de integração com o currículo as TDIC roubam a cena, não ocorrendo a integração, pois não são usadas aproveitando todo seu potencial para a aprendizagem.

As razões da desintegração estão no documento:

www.escola.gov.pt/docs/CompetenciasTIC-EstudoImplementacaoVoII.pdf


Temos que trabalhar como fazer a integração.

Possíveis razões da falta de integração:

Escassez de infra-estrutura (não é o caso da Finlândia, que tem infra-estrutura, mas sem integração.);

Rápida evolução das TDIC;

Formação inadequada dos educadores (não basta conhecimento, mas mudança de concepções para promover a integração);

Necessidade de trabalhar crenças e teorias pessoais dos educadores;

necessidade de tempo para o domínio pedagógico das tecnologias.


O uso pedagógico das TDIC está relacionado com as concepções e teorias pessoais.

Negligenciar crenças e teorias pessoais pode acarretar o choque de duas culturas opostas.


Como se dá a apropriação das TDIC nos educadores? Segundo o trabalho de Marilene A.F.Borges a base é o lado emocional.

O domínio pedagógico ds TDIC não se dá por decreto mas por etapas.

Conceitos básicos:

aplicação em conteúdos disciplinares;

integração das TDIC nos currículos;

transformação pedagógica.


Possíveis soluções:

Mudança no currículo que foi elaborado para a era do papel e lápis. Era digital: exploração, animação.

http://www.slideshare.net/webcurriculopuc/do-currculo-papel-e-lpis-ao-digital

Valente nos mostrou uma equação de 2º grau para papel e lápis e depois uma simulação feita a partir do site de simulação PHET.

http://phet.colorado.edu/


Na educação tradicional a Ação vem em último lugar. Primeiro aprendemos o conceito, interpretação, compreensão e Ação (estágios), assim fomos formados.

Uma educação baseada na experimentação deve começar pelo inverso, primeiro a ação, depois a reflexão e compreensão (teoria).

É necessario ampliar o conceito de letramento, tendo em vista as diversas linguagens e escritos.

Multiplas habilidades e modalidades: letramento digital, visual e sonoro. Quando se cria oportunidades, se descobre talentos, mas quando se determina, limita-se a criatividade.


Software educacionais próximos dos conteúdos disciplinares como o Projeto Migen LKL que auxilia no processo de generalização matemática (Inglaterra).

http://migenproject.wordpress.com/

Projetos de Laptops em sala de aula:

www.esec-povoa-lanhoso.rcts.pt/

http://sites.google.com/site/netaulas/portateis


O uso dos Laptops é um grande desafio. O projeto UCA – Ceibal no Uruguai

No Uruguai quase 80% das escola já fazem parte do projeto Ceibal, mais de 380 mil laptops já foram distribuidos na rede estadual de ensino

Temos que entender que nada está terminado, mas em processo de produção, requer criatividade por parte dos educadores.

Ações Práticas:

Incentivar múltiplas experiências

não esperar que haja consenso pedagógico

promover experiências que visam a apropriação tecnológica.

Fim da palestra, perguntas e a ciencia de um novo olhar da nossa realidade. O grande aprendizado é sermos capazes de empreender essa transição. Nós professores somos como barqueiros que devem assegurar essa travessia no desafio da renovação possibilitando a integração das TDIC nas escolas.

Profª Vera Medeiros